Quando pensamos no síndrome de morte súbita raramente nos lembramos do perigo que são os sofás, mas um artigo recente no Pediatrics (Sofas and Infant Mortality) chama a atenção para este facto. Os sofás são responsáveis por 12,9% das mortes súbitas do lactente (dados dos EUA). No sofá (mais que em outras superfícies, como oContinue a ler “Sofás culpados por uma em cada oito mortes súbitas do lactente”
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Moleirinhas, craniossinestoses e plagiocefalia posicional – o que devemos saber
Numa tentativa de retomar a rúbrica dos convidados especialistas, convidei a Dra. Joana Oliveira, neurocirurgiã pediátrica que trabalha no Hospital de São João e no Hospital da Arrábida. É Mãe de uma menina de 8 anos. Pedi que me respondesse a algumas perguntas que me têm chegado ao e-mail sobre as deformidades do crânio. O texto estáContinue a ler “Moleirinhas, craniossinestoses e plagiocefalia posicional – o que devemos saber”
Preparar a criança (e os pais) para uma cirurgia
A forma como uma criança acorda da anestesia depende muito da forma como adormeceu. Julgo que todos os pais já tiveram a experiência de uma criança que adormece a chorar, aborrecida com alguma coisa ou (mesmo sem ser a chorar) agarrada a um brinquedo. A primeira coisa que essa criança faz quando acorda é perguntarContinue a ler “Preparar a criança (e os pais) para uma cirurgia”
Refluxo vesico-ureteral (ou ‘xixi ao para trás’)
Nestes últimos tempos, tenho tido a necessidade de explicar esta patologia mais que uma vez. O Refluxo vesico-ureteral (RVU) é uma doença frequente na criança (1 a 2% de todasea elas). Na maioria dos casos, a evolução é benigna (favorável), mas pode ser necessário o cirurgião pediátrico. Assim, elaborei este pequeno grupo de perguntas paraContinue a ler “Refluxo vesico-ureteral (ou ‘xixi ao para trás’)”
Explicações e dicas para iniciação ao ski
Serve o presente texto para responder às interrogações de uma leitora no post sobre a nossa ida a Andorra com o JM. Se a iniciação do pequeno no ski tinha corrido bem? Qual seria a idade ideal para começar? Começando pelo fim, ao que sei a maioria das estâncias têm aulas de iniciação apartir dosContinue a ler “Explicações e dicas para iniciação ao ski”
Cirurgia endoscópica transluminal por orifícios naturais, no tórax e híbrida?!
Sobre o doutoramento propriamente dito, o título estranha-se: Hybrid thoracic NOTES: a translational research project. NOTES significa natual orifice transluminal endoscopic surgery, ou seja, cirurgia endoscópica transluminal (que fura um órgão) por orifícios naturais. Confusos? É normal. Mesmo os colegas médicos pedem-me muitas vezes para explicar exactamente o que andei a estudar (alguns usam oContinue a ler “Cirurgia endoscópica transluminal por orifícios naturais, no tórax e híbrida?!”
Está quase…
Daqui a dois dias defenderei a minha tese de doutoramento. O título é inglês ‘Hybrid thoracic N.O.T.E.S.: a translational research project’. N.O.T.E.S. é natural orifice transluminal endoscopic surgery, que, traduzindo dá qualquer coisa como cirurgia endoscópica transluminal por orifícios naturais, ou seja, andamos a tentar fazer cirurgias no tórax sem deixar cicatrizes na pele, indoContinue a ler “Está quase…”
O Autismo, mitos e controvérsias!
A convidada especialista desta semana é minha amiga há muiiiiiitos anos (antes de eu ser médico, antes de ela ser psicóloga). A Dra. Ana Aires Martins é psicóloga clínica. Actualmente exerce no Centro Integrado de Psicologia e Saúde Mental. Tem especialização (e vasta experiência) na intervenção cognitivo-comportamental em contexto escolar, hospitalar e privado. Especializou-se emContinue a ler “O Autismo, mitos e controvérsias!”
Autismo – o meu testemunho
Hoje, dia 2 de Abril, celebra-se o Dia Mundial de Conscencialização do Autismo. Há tempos recebi uma mensagem da Sofia, sugeria-me que falasse sobre esta doença. Dizia-me a Sofia: «Gostava tanto que as pessoas pudessem olhar para uma criança diferente, como o meu filho, e que a primeira abordagem não fosse de pena, nem deContinue a ler “Autismo – o meu testemunho”
Por falar em (boas) equipas
Ontem tivemos um caso bem difícil no hospital de Braga. E foi com a ajuda de uma colega que não estava de serviço que conseguimos ultrapassar a falta de acessos venosos de uma menina que precisa de muitos antibióiticos e daqueles que só podem se administrados pelas veias. A Dra. que não quer ser identificadaContinue a ler “Por falar em (boas) equipas”